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O poder das palavras

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As palavras têm poderes de afetar nossa imaginação, sentimentos e razão. Por meio delas, construímos o mundo em que nos adaptamos e também construímos relações de amizade. O uso adequado delas é essencial para uma existência benquista, aonde o tempo passa de modo favorável à correta maturação humana. É o milagre da água em vinho, de sermos gentis com todos, inclusive com a nossa criança interior, e a beatificar o nosso íntimo para que floresça no exterior à maestria individual. Quem se esforça no autoconhecimento e no aperfeiçoamento acumula ao longo dos anos as devidas recompensas. Mas, a transformação dos hábitos perniciosos e más tendências não ocorre do dia para noite. É preciso vencer a correnteza interna a ponto de tornar a palavra e o pensamento hábitos que curam e edificam. Por isso, feliz daquele que sabe se calar para não dizer algo indigno. É essencial o controle dos pensamentos, dos sentimentos e das palavras para que a alegria venha de modo natural e espontânea. Somente quem se controla e não se deixa levar pelo calor do momento tem maiores chances de vitória.

Por isso, as recomendações de Tiago (3:10): “De uma mesma boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não convém que isto se faça assim”. Ou nas observações do dito popular: “Quem semeia vento, colhe tempestades”. Mais do que o conhecimento teórico sem uso, as práticas benquistas para a construção de uma vida baseada nas recomendações do mestre Nazareno e na vivência do amor e da caridade, do respeito e da edificação de tesouros no paraíso do coração.

Paulo Hayashi Jr. – Doutor em Administração. Professor e pesquisador da Unicamp.

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