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Equilíbrio emocional

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É esperado que o líder consiga agir de modo exemplar mesmo em situações extremas, para mostrar o caminho certo e influenciar positivamente o comportamento do grupo. Manter o devido equilíbrio emocional é aspecto fundamental para que tenha serenidade nas decisões, mesmo que o ambiente não colabore. Mais do que o peso externo, a condição interior serve tal como legítima âncora em uma tempestade. Mais do que os recursos externos, a tranquilidade, a paz e o equilíbrio que permitem acessar os tesouros internos e a agir sem afobação ou desespero. É não trabalhar com precipitação, tampouco entrar em uma inércia prolongada, mas no tempo certo com as ações e atitudes justas.

Quando se tem esta ancoragem interior, a confiança e a esperança não abandonam. É essencial que nas horas difíceis, o líder lance mão de seus recursos para proteger a todos. Ademais, como diz o ditado: “Mar calmo não faz bom marujo”. São as dificuldades e tribulações que fazem do capitão experiente legítimo conhecedor dos mares e, em especial, de suas próprias qualidades. Mais do que esperar apenas o oceano calmo na vida, é preciso aprender a navegar bem desde cedo e a se preparar para os imprevistos e mudanças de situação. Problemas, dificuldades são aspectos normais dentro de uma existência. Todos estão sujeitos a tais situações. O essencial é não desperdiçar o momento ou relaxar demais em uma zona de conforto artificial. Nas palavras do filósofo Sêneca: “O trabalho é o sustento das mentes nobres”.

Equilíbrio emocional

Paulo Hayashi Jr. – Doutor em Administração. Professor e pesquisador da Unicamp.

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